Dicas para Casais – Parte 2 . (Principalmente para os homens. DE NOVO!)

Olá!

Sim,SENHORES!

DE NOVO!

E esta parte vai ficar tão longa quanto a anterior ,aí no link na palavra “anterior”, anterior a esses outros dois e agora três anteriores…rs

Piadinha só pra quebrar o gelo, pois o assunto é sério e este post foi prometido aqui no blog há algum tempo.

O motivo?

No ano passado rolou uma situação que me fez tomar ainda mais cuidado com o agendamento desse tipo de atendimento, com os quais eu achava já ter presenciado tudo aquilo que me fez tomar os cuidados básicos para – apenas aparentemente, como constatei depois do acontecido deste post – ter pleno controle sobre essas situações.

Muitas vezes em conversas informais com os casais que já atendi, ouví da parte do homem envolvido que eu deveria reconsiderar a regra de só tratar do agendamento com a mulher.

Então vamos a primeira parte da razão que faz com que a abolição desta regra esteja absolutamente fora de cogitação ( e tenha se tornado ainda mais rígida agora.) citando brevemente quatro acontecimentos que rolaram ao longo dos anos como exemplo.

1- Certa vez ,bem no ínicio das minhas atividades , fui contratado por um homem ciumento e inseguro em relação a fidelidade da namorada ou esposa ( não lembro o estágio do relacionamento) ,para ir a um karaokê na Liberdade ,fazer com que ela me notasse,flertar durante todo o período de tempo contratado a distância,tentar uma aproximação num certo momento em que ele combinou comigo que sumiria um pouco do local e ,caso ela correspondesse,trocar telefone com ela. Telefone barato este ,que ele comprou pra mim e me entregou no banheiro onde o aguardava assim que eles chegaram. Resultado: ela não olhou pra mim sequer uma vez durante aquela noite. Fidelíssima. E nessa oportunidade , sendo novo e sem muita experiência no ramo,ainda não havia me ocorrido que esse tipo de atendimento não era do meu feitio e não tem nada a ver com quem eu sempre fui.

2- Fui contratado pelo marido de um famoso casal evangélico para fazer uma surpresa pra ela. Resultado: quando cheguei ao motel para a surpresa , ela ficou possessa com o esposo ,eu recebi pelo meu tempo imediatamente e fiquei na garagem esperando meu taxi ( ainda não havia uber na época.) ouvindo a D.R. dos dois por uns vinte minutos. Desde então: surpresas nunca mais. De jeito nenhum! Muito menos tratar dos atendimentos com o o homem. Esta foi a última vez.

3- Nesta,que rolou antes da anterior, curiosamente naquela mesma semana, fui contratado pelo marido para me passar por um frequentador aleatório de uma casa de swing que se interessaria pela esposa e facilitaria a vivência da experiência para ela de maneira ,digamos, controlada. O que,incrivelmente, acabou rolando super bem . Mas ela não fazia a menor idéia de que eu era um acompanhante. Depois da primeira rolou mais uma ,meses depois ,nos mesmos moldes. E depois disso, ele me contratou para ir até a capital onde eles moravam, obviamente com tudo pago por ele (hotel só pra mim,etc.),para nos encontrarmos novamente,como se eu estivesse por lá a trabalho .Estaria mesmo e sempre estive ,mas só ela não sabia… E quando o embarque do meu vôo já havia começado, recebi uma mensagem dele falando para eu não embarcar,pois ela havia desistido. Ainda bem que eu estava apenas com bagagem de mão,senão seria um problemão! Cobrei pelo tempo que perdi naquele dia indo inutilmente ao aeroporto,devolvi o restande do que ele já havia depositado na minha conta e desde então teatrinho, sem que a mulher faça idéia de quem sou, nunca mais. A mulher envolvida tem que estar ciente da situação sempre!

4- Um político bem conhecido me contratou para atender sua esposa, bem mais nova que ele, em um hotel luxuoso aqui de São Paulo. Já havia estado neste hotel atendendo outras duas clientes,também representantes eleitas de seus estados e do país, em atendimentos individuais e também um outro casal ,também deste meio político, sem contar outras clientes de profissões aleatórias. Nessa época a regra de só tratar do agendamento com a mulher envolvida já vigorava. Sendo assim,ela fez um contato muito breve comigo,garantiu que estava de acordo e pediu que eu finalizasse os detalhes com ele. Até aí tudo parecia bem, pois muitas vezes já aconteceu de vocês serem muito tímidas e rolar super bem quando nos encontramos. Mas dessa vez , a esposa em questão estava realmente travada, mesmo após horas de quebra de gelo no bar do hotel e foi uma daquelas situações em que me pareceu muito claro que a situação era muito mais uma vontade do marido, que claramente não era mais capaz de satisfazê-la, digamos assim… Como já estava alí. fiz tudo que era possível para que a experiência fosse muito boa pra ela . Mas o cara falava o tempo todo o que queria e tentava interromper o que eu estava fazendo e ela estava gostando para que eu fizesse com ela o que ele queria ver,pouco se importando com a vontade dela. Passei a ignorá-lo. Em certo momento ele falou: “Você não está fazendo o que eu quero.” e antes que eu pensasse em responder, ela retrucou: “Mas ele está fazendo o que eu gosto,como você nunca fez,pois ele sabe o que faz! Fica quieto que você tá desconcentrando a ele e a mim!” rs Foi um daqueles momentos em que,modéstia à parte, me orgulho de ser quem sou! A partir daí ele se mancou, parou de falar, entendeu ( eu acho…) que aquela situação era,acima de tudo, sobre ela, como sempre deve ser, não sobre ele e ela curtiu bastante. Mas desde então, sempre tomo um cuidado a mais quando a mulher envolvida joga a reponsabilidade do acerto dos detalhes do encontro para o marido/namorado/etc sem muita conversa.

E esses foram alguns dos exemplos práticos, pois existiram alguns outros parecidos com estes, que me fizeram adotar as regras irrevogáveis para este tipo de atendimento que vocês vêem na página principal.

Tudo muito bom,tudo muito bem! E aparentemente sob meu total controle desde então.

Mas eis que veio a situação que rolou no ano passado:

5- Os contatos começaram em meados de 2021. “Ela” ,até então, atendia por um nome X e fazia contatos esporádicos, assim como o marido que ,algumas vezes especulava e tentava estipular datas ,sem que um agendamento de fato acontecesse . Porém, os contatos sempre cessavam. Até aí normal. Isso acontece muito e muitas vezes acaba rolando um dia e em muitas outras não… No caso “dela”,os contatos eram feitos, eu repondia e – já calejado pelos exemplos citados acima – tentava estender a conversa,mas o papo não fluia ,pois muitas vezes fiquei falando sozinho e as repostas demoravam a vir. Isso quando vinham.

Aí então,já no inicio do ano passado um novo contato “dela” foi feito mas o nome no perfil do whats havia mudado de X ,para Y. Desconfiado bloqueei o contato. Como nunca passamos das conversas, eles não eram clientes e nunca foram registrados nos contatos do meu chip que ,como já citei,ficam lá apenas por apenas cerca de um ano,caso o encontro tenha sido o primeiro e único e depois disso são apagados. Assim como toda e qualquer conversa que tenho com qualquer uma de vocês. Nada é arquivado por respeito as suas respectivas privacidades. Números de clientes famosas ou casais do mesmo tipo também não. Nesses caso tomo o cuidado extra de sequer deixá-los na agenda por um ano. Deixo que me procurem quando quiserem voltar a aparecer. Sigilo total para todas e todos sempre,em maior ou menor grau, é um compromisso. E que não me venha nenhum curioso,jornalista,fofoqueiro ou seja lá quem for tentar fazer eu revelar estes nomes conhecidos citados aqui ok? A privacidade de todas as mulheres e casais que atendo é sagrada e inviolável. Pelamor né? Se poupem e me poupem!

Mas, voltando ao assunto, eu também não tinha o número dele exatamente pelas razões acima.

Mas um dia ,pensando em um mal entendido inicial parecido com uma cliente que parecia ser “cilada” como este caso,mas não era e se tornou uma cliente fixa,resolvi desbloquear o contato e dar a “ela” o benefício da dúvida. Este foi meu erro. Algum tempo depois que pedi que “ela” se explicasse, recebi uma mensagem do marido que parecia uma mensagem encaminhada mandada para o número dele, pelo numero que desbloqueei ,que dizia: ” O Flávio voltou!” E logo depois o marido me disse que mudaram o nome porque colocaram o número num site de swingers ,ou coisa parecida , e queriam preservar o nome verdadeiro dela.

Sinceramente me convenceu. Achei que realmente tinha errado no meu julgamento. E ,pelas fotos de ambos nesses dois perfis do whats,sempre juntos em seu iate ( e também iludido por já ter estado com vários casais muito legais, que fazem tudo em consenso,sem nenhuma encanação, que são da “turma do barquinho”..rs),resoví dar a eles o já citado benefício da dúvida.

Marcamos algum tempo depois no Harmony ,motel onde eu nunca havia estado. E logo depois de chegar a suite,cumprimentar o marido e entrar antes dele, que foi fazer algo no banheiro ou na garagem,lá estava a esposa. do outro lado de uma mesa até que bem grande pros padrões de mobilia dos motéis,parecida com uma mesa coletiva de refeitório ,sentada no banco que fica contra a parede bem no canto, visivelmente tensa e literalmente acuada.

Nos cumprimentamos, fiz menção de sentar no mesmo banco,mas ela pediu espaço pra se acalmar e sentei no degrau que leva ao pavimento da cama onde o marido também estava sentado. E conforme a conversa foi fluindo, descobrí o que aconteceu.

“Ela” era o marido falando comigo, se passando por ela,quase que o tempo todo, em um número de telefone que não era o número particular verdadeiro dela. Não gostei nada daquilo,mas infelizmente já havia entrado de cabeça na situação e ela não seria contornada ou melhoraria se eu perdesse a compostura.

Ela estava ciente da fantasia dele,disse que em uma das vezes foi ela mesma que me respondeu em um daqueles breves contatos , mas que na maioria não foi e resaltou várias vezes durante nossa conversa: QUE NÃO TINHA NENHUM TESÃO NAQUELA SITUAÇÃO EM QUE FOI COLOCADA E QUE TAL COISA SEQUER PASSAVA PELA SUA CABEÇA!

Inacreditável!

Situação MUITO chata.

E ficamos apenas conversando. O marido apesar dessa forçada de barra inaceitável,realmente me pareceu ser um cara gente boa. Os dois foram muito simpáticos aliás. E fui contornando a situação na conversa,até que deu meu horário, recebi pelo meu tempo e fui embora. Obviamente nada aconteceu.

Eu recebo contatos de homosexuais se passando por mulheres ,com fotos de sabe lá quem no perfil, que apenas me fazem perder tempo, diariamente. Na maioria das vezes é muito obvio e nunca aconteceu de eu ir ao encontro de um desses contatos. Mas esse caso foi demais. Ele me enganou direitinho. Na época eu estava vendo o lado bom das pessoas até demais também. Não que ele não seja boa pessoa. E me pareceu realmente que era,mas vocês entenderam né? Acho que isso foi determinante para o erro.

Nas situações anteriores eu errei também, tanto quanto quem me contratava. Mas por inexperiência. Semancol e sensibilidade ,modéstia à parte, eu sempre tive de sobra,mas a gente aprende a “pilotar o avião” durante o vôo mesmo neste meio. Erros acontecem,tenho mais alguns arrependimentos e esqueletos no armário ( nada de grave ou desonesto,obviamente.) que gostaria de passar a limpo também. Aliás passei um desses a limpo anteontem! Ainda bem! Mas as vezes não rola e assim é a vida… Mesmo nesses casos nunca houve intenção de errar. Tanto que nunca mais topei nada como o que citei nestes outros caUsos anteriores a este engano.

Maridos,namorados,ficantes, etc, entendam: eu sou um acompanhante APENAS para mulheres,como vocês vêem na primeira página em caixa alta por uma razão muito simples: o prazer delas está absolutamente em primeiro lugar. Sendo assim, tenham a sensibilidade de perceber se a sua parceira realmente compartilha das mesmas fantasias que você e se você não está sendo extremamente egoísta e inflexível ao colocá-la numa situação na qual ela não se sentirá nem um pouco confortável por não ter a menor desejo/tesão de fazer algo que nem passa pela cabeça dela fazer só porquê você quer.

Apesar de toda a situação ter sido cercada de educação,boas maneiras e cortesia, já que ele não forçou que a coisa continuasse, o que obviamente eu recusaria, evidentemente havia um Q de egoísmo dele naquilo tudo. E desde então, quando desconfio de contatos extremamente breves de vocês e da imediata delegação do agendamento para o homem que algo assim pode voltar a acontecer ,peço para fazer uma chamada de voz com a cliente em questão. E tem que ser sem que o parceiro esteja presente ,com tempo para conversarmos e eu entender se ela (você) quer mesmo que nosso encontro aconteça. Com a maioria tudo continua dando certo. Mas ,desde então, já abortei algumas outras missões quando algumas de vocês falaram que seus homens é que estavam forçando a barra para que rolasse e que não queriam que acontecesse. E também faço questão de aconselhá-las a serem firmes ,sinceras para mandarem a real sobre a situação para seus homens e não toparem de jeito nenhum se submeter a nada que não queiram e não tenham a mínima curiosidade de fazer.

Aquele “APENAS” ,alí na primeira página é uma palavra carregada de significados pra mim: é dedicação,empatia,minúcia com cada uma de vocês e acima de tudo respeito e entendimento que as vontades,desejos e o prazer das minhas clientes estão sempre em primeiro lugar . E qualquer homem deveria saber que se vocês estão satisfeitas o prazer dele será proporcional. Todo mundo tem limites. Os meus também estão colocados claramente aqui no site e em alguns outros relatos deste blog.

Entendam homens: em um atendimento a casais ,minha cliente e foco de atenção é ela,não você. As vontades dela sempre serão respeitadas e eu jamais deixarei ela fazer algo que não quer comigo,só porquê você quer que ela faça.

Melhor dizendo: ambos são clientes nessa situação, ela com 99,9% das ações e vocês homens com 0,1%, o que é mais do que suficiente para que ambos saiam 100% satisfeitos

Usem sempre o Semancol para evitar situações como essa senhores! Por favor!

Grande abraço!

E um beijo a todas vocês! 😉

Flavio Garoto De Programa Para Casais - Site Acompanhante Masculino Para Mulheres

2 comentários sobre “Dicas para Casais – Parte 2 . (Principalmente para os homens. DE NOVO!)

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