Olá novamente!
Dessa vez não faz tanto tempo né?
Mas há mais de seis anos conheço “A Psiquiatra” e desde que comecei o blog queria escrever sobre ela e nossos frequentes encontros. Ontem,enfim ,ela pediu que nossos último encontro fosse “imortalizado” aqui ( Não é pra tanto né? Um dia minha carreira nesse universo paralelo vai ter um fim e todos esses relatos vão se perder quando esse blog sair do ar…) .Comigo é assim. Tem que pedir pra ser citada no nosso encontro mais recente sempre! Não falo da minha intimidade com cliente alguma,sem autorização.
E este encontro foi tão memorável quando as dezenas (centena já?) de outros que tivemos.
Desde o primeiro programa, o pormenor mais legal em relação aos meus encontros com ela é o local: ela sempre marca comigo em seu consultório. Na primeira vez,seis anos atrás ,relutei quanto a atendê-la ali. Mas ela me tranquilizou dizendo que a segurança do prédio era total, com foto na entrada,catraca e o mesmo porteiro que me recebe até hoje, como se eu fosse um paciente qualquer. Depois disso outras clientes da área médica apareceram e duas delas também atendo eventualmente,ao contrário dela, em seus consultórios. Uma com um prédio igualmente seguro e outra depois de anos de convivência em hotéis& motéis e de confiança mútua adquirida. Não é algo que rola em qualquer lugar ou com qualquer uma.
Com ela,sempre rola no fim da tarde depois da secretária dela ir embora. Sempre pede que eu espere ela avisar que a secretária já foi antes de me dirigir ao consultório dela,que fica na região do Pacaembú/Higienópolis num prédio antigo,mas muito bem cuidado.
Dessa vez ela deixou a porta de fora aberta e eu fui entrando sem bater. Tranquei a primeira porta e já ví que porta da sala dela também estava apenas encostada.
Sabia que ,novamente,algo diferente me aguardava…
E lá estava ela,no esplendor dos seus 48 anos ( ela faz questão de dizer a idade ,mesmo que não perguntem. Acha uma bobagem,mulher que não tem orgulho da própria idade) deitada em seu divã.De lingerie branca ,salto e cinta liga com meias três quartos também brancos que ela disse ter comprado especialmente para aquele dia!
E aquele divã é um capítulo a parte. Não tem nada a ver com esse,tão simples da imagem que escolhi. É um divã bem Freudiano mesmo! De madeira nobre de estofado e detalhes em couro e camurça. Já aprontamos as coisas mais hardcore que vocês podem imaginar nele ,pois este é o estilo dela e o divã nunca precisou de um reparo sequer segundo ela!
Mas vamos aos finalmentes!
Entrei,me aproximei da cabeceira do divã e ela já foi ficando de quatro,abrindo meu zíper e caindo de boca no meu pau enquanto eu me livrava da camiseta,do cinto que ela não abriu e de todo o resto. Sem muita demora eu já estava nú,me deitando por baixo dela e puxando a calcinha dela pro pro lado pra chupar aquela boceta e aquele cuzinho,que é o “ponto fraco” dela…
Enquanto fazemos isso ela adora sentar na minha cara e me sufocar por alguns instantes enquanto minha língua desliza entre (e dentro) dos dois.
E eu adoro essa sensação também.
Algumas clientes tem medo de me asfixiar,mas eu adoro isso e nunca cheguei sequer perto de ficar inconsciente com essa prática.
Fica a dica! 😉
Ela foi a primeira a perceber que eu sempre saco as camisinhas do meu bolso esquerdo assim que começo a tirar a calça. É algo que deixo sempre pronto quando me preparo para um encontro desde sempre. Diz que eu sou metódico pra certas coisas e ela está certa.Mas isso é o máximo de análise que rola nos nossos encontros. Ela diz que quando esta comigo não quer saber de analisar nada. Que está ali pra satisfazer seus desejos e necessidades psicológicas e biológicas.
E eu acho isso ótimo,pois nunca gostei de análise ,tenho e sempre terei os dois pés atras com psiquiatras e psicólogos,mas isso é outra história…rs
Mas voltando aos finalmentes ( Eu sou um saco escrevendo né?Corto a narração do que interessa a leitora pra falar de “análise”.. ),ela pediu pra que eu metesse fundo a a língua no rabinho dela e o deixasse bem molhadinho enquanto pegava uma das camisinhas que joguei sobre o divã,abria e encapava meu pau com a boca!
E agachada de costas pra mim ,se segurou com uma das mão na cabeçeira do divã e com a outra foi direcionando meu pau direto pro cuzinho.
Ela morre de tesão por sexo anal!
E é daquelas que não curte lubrificantes. Diz que a só a saliva misturada a excitação que escorre visivelmente da boceta é mais que suficiente. Antes dela nenhuma cliente nunca havia pedido pra começar de cara com o anal. Mas ela é assim e não foram poucas as vezes em que só comi o cuzinho dela em um programa.
E como eu disse ,com ela a coisa é hard!
Tem que ter fôlego e ficar esperto,pois ela senta violentamente e se o pênis escapa e ela vem com tudo por cima pode machucar. Ela mesma avisou sobre isso desde a primeira vez,por isso o pior nunca aconteceu.
Dessa vez saímos um pouco do anal. Com outra clientes,sempre me preocupo em trocar a camisinha quando variamos entre boceta e o cuzinho,mas ela sempre insiste pra não trocar. Diz que quando marca comigo faz uma xuca de manhã e outra quando volta pra almoçar em casa.Acho que a da manhã seria mais do que suficiente,mas ela sempre menciona isso quando eu faço menção de trocar a camisinha. E realmente nunca houve uma “surpresinha” sequer com ela no anal.
Com ela é sempre uma só,muito bem dada. Sempre pede pra eu finalizar agachado por cima dela com ela de quatro abrindo a bunda,com o rosto colado nos estofado do divã.Essa posição exige muito das pernas ,mas é impossível não gozar mais cedo ou mais tarde desse jeito. E com ela é sempre mais tarde. Pede sempre pra eu tirar tudo e meter de volta de uma vez no cu dela nessa posição . Sei que algumas sentem muita dor com isso,mas ela ama!
E depois de algum tempo assim ,gozamos quase juntos e ela ainda ficou piscando o cuzinho em volta do meu pau como de costume. Delicioso! Como sempre.
Nunca fomos de muita conversa. Quando acaba,me visto enquanto trocamos algumas amenidades como as citadas acima e ao ir embora ela sempre me diz: “Até a próxima consulta Flávio!”
Sempre!
Depois o metódico sou eu… 😉
Mas como não te analiso pessoalmente,não será aqui que o farei! Aí está seu relato Doutora!
É sempre um prazer!
Se Freud explica eu não sei e nem quero saber.Não queremos né? Mas você , obviamente sabe!
Beijos Psic! 😉
E beijos a todas vocês que estão lendo também! 😉
