Até que rolou rápido uma nova postagem né?
Incrível,pois ando cheio de abacaxis pra descascar na vida pessoal nos últimos tempos e estou atendendo bem menos do que o normal.
Vocês já conhecem ela de outro post. Ela continuou marcando regularmente,depois daquele relato e até mesmo alguns prints de conversas nossas no whats com ela apareceram por aqui e no twitter.
Mas ela também acabou sendo vítima dos meus problemas e acabou que ficamos uns 2 ou 3 meses sem nos encontrarmos.
Mas ontem finalmente rolou lá no Lido. E foi agradabilíssimo como sempre!
Como ela está com alguns problemas familiares ,conversamos bastante antes de iniciarmos.
Mas quando começou, foi que foi!rs
Ela ficava falando que havia engordado muito e que queria perder uns quilinhos e eu ,que achei que ela estava ainda melhor assim, a “PROIBI” (até parece né?rs) de tentar fazer isso!
Ela estava um espetáculo de 4 em cima de mim enquanto fazíamos um 69. Chupei muito o cuzinho dela e dessa vez ele comportou um e logo depois dois dos meus dedos lubrificados com minha saliva, enquanto continuava jogando o quadril pra trás para me sufocar enquanto chupava sua bocetinha ao mesmo tempo….Isso é uma delícia!E ela gostou muito também,claro!
Ela sempre me disse que gostaria de tentar um anal já que sente tanto tesão com tudo que fazemos na portinha de trás. E rolou. Fui super cuidadoso. Sequer me mexia e fui deixando ela ,no ritmo dela ,ir acomodando o rapaz.No começo,falou que doía,lubrificamos mais e ela falou que tava ficando bom. E eu sempre perguntando se tava bom mesmo,porque se não estivesse pararia na hora. Ela dizia que sim,mas no fim acabou confessando que não tava legal…
Coisas de quem é quietinha….
Paramos e falei pra ela que não havia necessidade de mentir pra mim para ,sei lá, me agradar. Comigo não existem obrigações nem julgamentos e muito menos decepção e ela entendeu.Sexo anal pra mim é o seguinte: se não está gostoso pra ela não tem como ficar bom pra mim .Tem que ser recíproco o prazer e quando não rola pra mulher as soluções são: 1-paramos de vez ou 2-tentamos novamente numa próxima em outra posição. Ao menos ela não se machucou… Ainda bem!Pois o menino é meio grossinho como dá pra ver na outra sessão do site…rs
Continuamos num “Mamas&ThePapas” (sacaram? 😉 ) e finalizamos deliciosamente assim. Mas eu adoro e estava louco pra cair de boca por um tempão na bocetinha dela e assim foi por uns 40 minutos como na primeira vez…Até esquecemos de pedir o almoço… e DE NOVO fiquei em dúvida se ela havia gozado ou não,como na longa sessão da mesma prática que rolou na primeira vez.Ela fica muito molhada sempre! Sem brincadeira,os dedos com os quais bolinava a bocetinha dela enquanto caia de boca ficaram enrrugados! Sério!rs Uma delícia!
No fim o almoço acabou fazendo falta,pois fiquei sem energia para continuar depois de um banho que tomamos. Preciso aprender a almoçar sempre as 11hs antes de partir pra um atendimento a as 13hs. E já havíamos passado bastante das duas horinhas básicas também,então tava na hora de ir mesmo…Mas esse tempinho extra na faixa foi mais do que merecido pois ela foi super compreensiva com minha situação apesar de não saber todos os detalhes que eu prefiro guardar pra mim.
Avisei no twitter que ficaria por lá até as 20 hs,pois tinha coisas pra resolver no centro,mas acabou rolando só com ela mesmo.
Mas hoje me apareceram 20 whats perguntando do taxi free pro metrópolis e pro savoy citados na “promoção” de ontem.
É aquele negócio… O trem só passa uma vez. Se vc não pegou no horário espere o próximo. E ele não passará hoje,nem tão cedo…rs
Encerrei meu dia num dos meus bares prediletos comendo uma pizza e tomando umas cervejas ,pois relaxar assim,só. também é sempre bom.
Estar com vcs além de ser um prazer é super relaxante e me realiza também!
Sempre foi e sempre será assim até que o Flávio parta para a dimensão das lembranças…
Mas isso está bem longe de acontecer.Podem ficar tranquilas! 😉
Obrigado mais uma vez”Quietinha”! 😉
E beijos a todas!










“Flavio querido, engraçado estar aqui no seu blog agora. “Engraçado” porque foi justamente por conta dele que eu descobri a sua existência. Não sei se pelas histórias que você conta aqui ou pela maneira como conta, eu me senti imediatamente atraída pela sua escrita. Achei é claro que você seria bonito, mesmo não tendo nenhuma ideia do rosto, mas sabia que o corpo (ao menos) não deixaria nada a desejar (dele, há fotos suficientes pra saber o que vamos encontrar quando telefonamos a você). Pois bem. Porque sou escritora, e porque antes de ser escritora, sou alguém que adora ouvir histórias, fiquei muito contente de te encontrar nesse mar de acompanhantes que há por aí. Uns mais, outros menos bonitos, caros, altos — mas poucos, talvez nenhum, escrevem. Ao mesmo tempo, você não coloca suas personagens aqui no seu blog numa situação embaraçosa de ranking das dez mais. Não compara uma com outra. Não fala mal de ninguém. E isso também me chamou a atenção, porque seu blog não se converteu numa espécie de Lulu ao contrário. É discreto e respeitoso, algo que qualquer homem deveria ser, profissionalmente ou não. Então eu quis você. Mas era minha primeira vez com um gp. E minha primeira vez experimentando algo fora do namoro (que, como eu te contei, funciona como um contrato aberto ente nós, podemos fazer sexo com outras pessoas). Então não te liguei, escrevi um Whatsapp. Qual não foi minha surpresa ao ver que estava (eu) adorando conversar com você, quase como se já nos conhecêssemos! Demos algumas risadas também, te recomendei os vídeos lindos da Erika Lust (os que te mandei infelizmente são os únicos disponíveis pra baixar de graça no site dela, mas ainda assim ela está lá no Twitter e dá pra acompanhar o trabalho pelas postagens dela) e — nova surpresa — você não me revelou NADA de nenhuma outra cliente. Apesar de eu ter feito zilhões de perguntas sobre como você costumava agir e como era um programa etc. Esse seu cuidado, então, foi o segundo grande atrativo. Escreve (e bem) + sabe ser discreto. Hum… Meio na louca e querendo não pensar mais nisso, marquei um horário com você. E infelizmente na última hora, véspera de feriado em São Paulo, tive que desmarcar, porque tinha eu os meus clientes (nada sexies, por sinal) para atender. Roteiros atrasados, provas de livro pra dar ok, um release pra editar. E o programa miou…
Então você, gentil como sempre, entendeu e me disse apenas que “ficava para outra, feriado é assim mesmo, rs”. Não ficou bravo nem passou a me evitar só porque eu tinha desmarcado. Continuamos nos falandinho, você sempre querido. Até que não pude mais esperar pra saber como era sua voz e tomei coragem: liguei. Lembro direitinho onde eu estava: bem ali, ó, na porta da minha casa, olhando pros prédios que estão erguendo na rua em frente. E a sua voz me CHOCOU. Grave, voz de homem, zero afetação, zero intimidade forçada (estilo “oi gata, what’s up?”); era como ligar pra um conhecido. Me senti muito bem. E loucamente atraída.
Não te contei o que veio em seguida, mas fiquei que nem uma louca ligando e remarcando reuniões, implorando prazos e desmarcando coisas não urgentes; eu tinha que te encontrar aquele dia.
Por sorte, sua noite ainda estava livre, então foi pegar ou largar. Peguei.
E tenho certeza que outras clientes adorariam ler aqui uma descrição minuciosa do que rolou depois que você chegou ao Lido — e que eu te ofereci um pedaço de maçã, porque eu tava comendo um lanchinho e trabalhando na cama do motel antes de você chegar, hahaha — mas não tenho certeza se seria uma boa ideia. Muito provavelmente você é de um jeito diferente com cada uma. O que importa dizer é que EU fui muito diferente com você. Diferente do que geralmente costumo ser com meu companheiro. Não sou adepta do sexo calmo (muito raramente), da delicadeza, das preliminares. Gosto de dor e acho que posso ser classificada como alguém mais pro hard que pro soft.
Mas com você… fui uma lady. Relembrei os tempos em que bastava o peso do homem sobre mim, o contato muito íntimo da penetração, os beijos ininterruptos, um oral bem executado, braços fortes e poucas palavras. Me lembrei, com você, que era disso que eu gostava (também). E o que de mais especial eu lembro foi quando terminamos e você me ofereceu seu corpo como apoio para eu descansar, me abraçou que nem namorado e ficou quietinho ali comigo, no escuro, esperando a vontade de fazer alguma coisa de novo retornar.
Infelizmente eu sou escritora, e não ganho muito. Tenho contas a rodo para pagar, o que não ajuda. Mas confesso que fiquei sonhando com a sorte dessas mulheres que podem ter um namorado de aluguel ao longo de um feriado inteiro só pra elas. Nem que seja pra ficar quieto, respirando junto e esquecendo que lá fora, em todos os outros lugares, tem um monte de gente morrendo de pressa.
O meu primeiro encontro com um garoto de programa foi assim: um reencontro. E da próxima, quero te mostrar um documentário muito bom que assisti sobre os desertos. O silêncio que faz nesses lugares.
Um grande beijo pra você (e pensa na fotonovela 😉 hahaha)”