Boa noite!
Estive fora o dia todo. Um atendimento ,daqueles secretos, com uma cliente de outros carnavais e depois fui cuidar da minha vida pessoal.
Mas eu disse que mandaria hoje este post e vou cumprir!
Conforme o prometido,vou falar um pouco sobre meu atendimento a casais.Tive a sorte de atender muitos casais,uma esmagadora maioria na verdade,que vieram e ainda vem com a atitude ideal. Fosse nosso encontro o primeiro menáge deles ou não.
Esses casais entenderam o espírito da coisa e vieram dispostos a encarar o prazer e o tesão que essa situação proporciona sem restrições! A única que imponho é que a transa rola apenas com a mulher. Seja com nós dois transando com ela ao mesmo tempo ou com o marido olhando ela se exibindo e se acabando de prazer comigo!
De uma forma ou outra não restringiram nada! Caras assim até falam pra que eu foda ,chupe,xingue,bata em alguma parte do corpo delas do jeito que a esposa/namorada/amante gosta e isso além de ser super excitante para os três,acaba tornando a experiência plenamente satisfatória pra ela!
Mas já viví o outro lado da moeda também!
Certa vez,depois de algum tempo conversando com a esposa ( E aqui vai a regra número 1 – Só trato de programas com casais com a mulher.Pelo skype/telefone/whats dela! Tem muito punheteiro que entra em contado pra encher o saco falando que é pra esposa e nem mulher tem porque não é sua praia.) e de um contato breve com o marido,marquei numa noite algumas horinhas com eles lá no Astúrias.
Quando bati na porta,fui recebido pelo marido e a primeira coisa que ele me disse foi:
“Oi,tudo bem? Estou louco pra que isso acabe logo,vamos entrando.”
De cara fiquei com o pé atrás. Subi até a piscina com ele e lá estava ela.Uma coroa loira de olhos azuis de cerca de 40 anos, vestida pra matar num vestidinho apertadíssimo ,sentada com as pernas cruzadas a mostra à minha espera.
E isso me fez esquecer do que o cara disse na porta.Conversamos algumas amenidades e descemos eu e ela pra cama no andar inferior,como ele descendo as escada logo atrás.
Agarrei-a.Ela correspondeu,mas em menos de um segundo o cara falou:
“-Beijo na boca não hein “loira”!”
Não me importei.Virei ela de costas pra mim e comecei a beijar seu pescoço e sua orelha.Enquanto arrancava seu vestido, as marquinhas de biquíni iam se revelando enquanto ela ia ficando de quatro e tirando a calcinha.Chupei muito a bocetinha e o cuzinho dela enfiando meus dedos ao mesmo tempo.
Ela estava adorando!
Enquanto chupava, ia arrancando minhas roupas.E num momento em que parei e me levantei pra me livrar de alguma peça de roupa que não me recordo qual ,ela ainda de quatro ,como uma gata no cio ,deu meia volta pra ficar com aquele rabo gostoso virado pro marido.Mas no segundo que ela pegou com força no meu pau, aproximava os lábios e estava ponto de cair de boca ,demonstrando muita sede ao “pote” ,o marido interrompe e fala:
“-Sem camisinha não pode chupar! A gente combinou lembra?”
Ela mais do que rápido encapotou,mas dava pra ver que a coisa esfriou um pouco.Era uma camisinha normal,puro látex e o gosto daquilo deve ser horrível…
Aceito que o oral seja encapotado mas quando é assim tragam um chantili ou uma camisinha com sabor pra ficar melhor pra elas. Pelamor né?
Rolaram vários momento bons,ela chupou nós dois juntos,mas o cara não queria que ela enchesse a boca com nossos dois paus ao mesmo tempo e meio que se afastava sempre que ela tentava.
Várias vezes saiu do quarto e subiu pra piscina,como se não quisesse ver.Não me entendam mal foi bom com ela,mas essas atitudes do cara eram chatas.Eu e ela transamos muito.Enquanto trepávamos e ele sumia, perguntava a ela se ele estava bem. Ela dizia que sim ,que ele gostava de olhar, mas ele não parecia e não estavam mesmo gostando nada daquilo…
E assim foi até o final.
Ele disse que ela queria a DP, mas acabou não rolando,pois ele deu a entender que meu tempo já tinha acabado ,fez com que eu parasse transar com ela e mandou ela me chupar pra que eu gozasse ainda com a camisinha na boca dela,enquanto ele chamava meu taxi. Que chegou enquanto eu ainda estava tomando banho…
Ela era fogosa pra caramba,foi gostoso,mas o cara não aproveitou,não deixou ela aproveitar plenamente com as restrições que colocou e como disse logo de cara queria que acabasse logo…
Foi MUITO chato!
Ia fazer itens pra explicar como proceder aos homens que se dispõe a realizar essa fantasia do casal,ou dela,mas acho que não precisa.
Tudo o que vocês não devem fazer,mesmo que estejam com ciúmes é o que este marido fez!
Conversem,concordem que para que a coisa seja plena não podem existir restrições ( As vezes contratar outra acompanhante e tornar a coisa uma troca de casais pode ajudar também!). Tenham tudo muito claro em seus pensamentos e desejos e só depois disso me procurem!
Se tudo isso estiver ok,sem dúvida alguma será ótimo pra nós três!
E especialmente para ela! Que não se sentirá objetificada, como se fosse uma boneca inflável que não sente tesão e o parceiro não quer dividir.
Pensem nisso!
Beijos a todas e um abraço aos seus maridos/namorados/amantes/ficantes/amigos!











“Flavio querido, engraçado estar aqui no seu blog agora. “Engraçado” porque foi justamente por conta dele que eu descobri a sua existência. Não sei se pelas histórias que você conta aqui ou pela maneira como conta, eu me senti imediatamente atraída pela sua escrita. Achei é claro que você seria bonito, mesmo não tendo nenhuma ideia do rosto, mas sabia que o corpo (ao menos) não deixaria nada a desejar (dele, há fotos suficientes pra saber o que vamos encontrar quando telefonamos a você). Pois bem. Porque sou escritora, e porque antes de ser escritora, sou alguém que adora ouvir histórias, fiquei muito contente de te encontrar nesse mar de acompanhantes que há por aí. Uns mais, outros menos bonitos, caros, altos — mas poucos, talvez nenhum, escrevem. Ao mesmo tempo, você não coloca suas personagens aqui no seu blog numa situação embaraçosa de ranking das dez mais. Não compara uma com outra. Não fala mal de ninguém. E isso também me chamou a atenção, porque seu blog não se converteu numa espécie de Lulu ao contrário. É discreto e respeitoso, algo que qualquer homem deveria ser, profissionalmente ou não. Então eu quis você. Mas era minha primeira vez com um gp. E minha primeira vez experimentando algo fora do namoro (que, como eu te contei, funciona como um contrato aberto ente nós, podemos fazer sexo com outras pessoas). Então não te liguei, escrevi um Whatsapp. Qual não foi minha surpresa ao ver que estava (eu) adorando conversar com você, quase como se já nos conhecêssemos! Demos algumas risadas também, te recomendei os vídeos lindos da Erika Lust (os que te mandei infelizmente são os únicos disponíveis pra baixar de graça no site dela, mas ainda assim ela está lá no Twitter e dá pra acompanhar o trabalho pelas postagens dela) e — nova surpresa — você não me revelou NADA de nenhuma outra cliente. Apesar de eu ter feito zilhões de perguntas sobre como você costumava agir e como era um programa etc. Esse seu cuidado, então, foi o segundo grande atrativo. Escreve (e bem) + sabe ser discreto. Hum… Meio na louca e querendo não pensar mais nisso, marquei um horário com você. E infelizmente na última hora, véspera de feriado em São Paulo, tive que desmarcar, porque tinha eu os meus clientes (nada sexies, por sinal) para atender. Roteiros atrasados, provas de livro pra dar ok, um release pra editar. E o programa miou…
Então você, gentil como sempre, entendeu e me disse apenas que “ficava para outra, feriado é assim mesmo, rs”. Não ficou bravo nem passou a me evitar só porque eu tinha desmarcado. Continuamos nos falandinho, você sempre querido. Até que não pude mais esperar pra saber como era sua voz e tomei coragem: liguei. Lembro direitinho onde eu estava: bem ali, ó, na porta da minha casa, olhando pros prédios que estão erguendo na rua em frente. E a sua voz me CHOCOU. Grave, voz de homem, zero afetação, zero intimidade forçada (estilo “oi gata, what’s up?”); era como ligar pra um conhecido. Me senti muito bem. E loucamente atraída.
Não te contei o que veio em seguida, mas fiquei que nem uma louca ligando e remarcando reuniões, implorando prazos e desmarcando coisas não urgentes; eu tinha que te encontrar aquele dia.
Por sorte, sua noite ainda estava livre, então foi pegar ou largar. Peguei.
E tenho certeza que outras clientes adorariam ler aqui uma descrição minuciosa do que rolou depois que você chegou ao Lido — e que eu te ofereci um pedaço de maçã, porque eu tava comendo um lanchinho e trabalhando na cama do motel antes de você chegar, hahaha — mas não tenho certeza se seria uma boa ideia. Muito provavelmente você é de um jeito diferente com cada uma. O que importa dizer é que EU fui muito diferente com você. Diferente do que geralmente costumo ser com meu companheiro. Não sou adepta do sexo calmo (muito raramente), da delicadeza, das preliminares. Gosto de dor e acho que posso ser classificada como alguém mais pro hard que pro soft.
Mas com você… fui uma lady. Relembrei os tempos em que bastava o peso do homem sobre mim, o contato muito íntimo da penetração, os beijos ininterruptos, um oral bem executado, braços fortes e poucas palavras. Me lembrei, com você, que era disso que eu gostava (também). E o que de mais especial eu lembro foi quando terminamos e você me ofereceu seu corpo como apoio para eu descansar, me abraçou que nem namorado e ficou quietinho ali comigo, no escuro, esperando a vontade de fazer alguma coisa de novo retornar.
Infelizmente eu sou escritora, e não ganho muito. Tenho contas a rodo para pagar, o que não ajuda. Mas confesso que fiquei sonhando com a sorte dessas mulheres que podem ter um namorado de aluguel ao longo de um feriado inteiro só pra elas. Nem que seja pra ficar quieto, respirando junto e esquecendo que lá fora, em todos os outros lugares, tem um monte de gente morrendo de pressa.
O meu primeiro encontro com um garoto de programa foi assim: um reencontro. E da próxima, quero te mostrar um documentário muito bom que assisti sobre os desertos. O silêncio que faz nesses lugares.
Um grande beijo pra você (e pensa na fotonovela 😉 hahaha)”